quarta-feira, 25 de julho de 2012

Gratidão à Mãe Terra



ORAÇÃO À MÃE TERRA

Abençoado seja o Filho da Luz
que conhece sua Mãe Terra,
Pois é ela a doadora da vida.

Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela.
Foi Ela quem te gerou e que te deu a vida,
E te deu este corpo que um dia tu lhe devolverás.

Saibas que o sangue que corre nas tuas veias
Nasceu do sangue da tua Mãe Terra.
O sangue Dela cai das nuvens, jorra do ventre Dela,
Borbulha nos riachos das montanhas,
Flui abundantemente nos rios das planícies.

Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra.
O alento Dela é o azul celeste das alturas do céu
E os sussurros das folhas da floresta.

Saibas que a dureza dos teus ossos
foi criada dos ossos de tua Mãe Terra.

Saibas que a maciez da tua carne
nasceu da carne de tua Mãe Terra.

A luz dos teus olhos, o alcance dos teus ouvidos,
Nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra,
Que te rodeiam feito as ondas do mar cercando o peixinho,
Como o ar tremelicante sustenta o pássaro.

Em verdade te digo, tu és um com tua Mãe Terra,
Ela está em ti e tu estás Nela.
Dela tu nasceste,
Nela tu vives e para Ela voltará novamente.

Segue portanto as suas leis,
Pois teu alento é o alento Dela,
Teu sangue o sangue Dela,
Teus ossos os ossos Dela,
Tua carne a carne Dela,
Teus olhos e teus ouvidos são Dela também.

Aquele que encontro a paz na sua Mãe Terra,
Não morrerá jamais.

Conhece esta paz na tua mente,
Deseja esta paz ao teu coração,
Realiza esta paz com o teu corpo.

(Evangelho do Essênios)
 

CROMOTERAPIA








CROMOTERAPIA

Vivemos num mundo colorido, onde as diferentes cores a que estamos expostos influenciam a nossa vida: um dia de Inverno cinzento pode fazer-nos sentir tristes e levar-nos a escolher uma roupa preta para vestir nesse dia; por outro lado, um dia ensolarado de Verão estimula o bem-estar e a nossa alegria de viver, levando-nos a vestir uma roupa branca ou amarela!
A Cromoterapia funciona dentro da mesma linha: é uma terapia alternativa que recorre às cores para devolver ao corpo, mente e espírito, o seu equilíbrio natural.

UMA HISTÓRIA A CORES
Os efeitos poderosos das cores é conhecida e estudada há milhares de anos por civilizações tão antigas como as do Egipto, Índia, Grécia e China. Pensa-se que a Cromoterapia possa ter as suas raízes na Ayurveda, uma especialidade médica praticada na Índia há milhares de anos e que associava a cor aos “chakras” – os 7 pontos espirituais do corpo, localizados ao longo da coluna. Cada “chakra” corresponde a um órgão e cada órgão a uma cor. No caso de algum desequilíbrio ou doença, expor o “chakra” afectado à sua cor dominante seria o suficiente para devolver a saúde e bem-estar ao paciente.

Vermelho: Chakra da Raiz ou Básico: Rins, bexiga e espinal-medula.
Laranja: Chakra do Sacro ou Sexual: Órgãos sexuais, útero, ovários, próstata.
Amarelo: Chakra do Plexo Solar: Baço, fígado, estômago, vesícula biliar (sistema digestivo).
Verde: Chakra do Coração ou Cardíaco: Coração, pulmões, fígado e sistema circulatório.
Azul: Chakra da Garganta ou Laríngeo: Garganta e pulmões.
Índigo: Chakra do Terceiro Olho ou Frontal: Sistema nervoso autónomo/hipotálamo.
Violeta: Chakra da Coroa ou Coronal: Cérebro superior e olho direito.

Mas a Cromoterapia esteve ainda presente na vida de várias outras civilizações antigas: os egípcios eram conhecidos pelos seus templos de luz e cor, uma espécie de solário, cujas janelas continham vidros coloridos. Com a ajuda do sol, os pacientes eram banhados com diferentes cores. Na China, as aplicações terapêuticas da Cromoterapia associavam cada órgão do corpo humano a uma cor específica. Há relativamente pouco tempo, na Europa do século XIX, as vítimas de varíola e os seus quartos eram cobertos com panos vermelhos de forma a atrair a doença para fora do corpo.
Atualmente, o estudo das cores e das suas diferentes influências no ser humano continua a ser determinante: avalia-se quais as melhores cores para aplicar em ambientes de trabalho, de estudo ou de hospitais; e a publicidade baseia grande parte do seu trabalho na escolha das cores perfeitas para seduzir o seu público-alvo.

INTRODUÇÃO À CROMOTERAPIA

De uma forma simples, a Cromoterapia utiliza a cor e a luz para equilibrar as energias do corpo, sejam elas físicas, mentais, espirituais ou emocionais. A exposição à luz e às cores resultantes da mesma, transformam-se em frequências vibracionais ou energias que a visão e, consequentemente, o cérebro, interpretam de forma específica. A escolha das cores correctas pode devolver ao corpo, mente e espírito o seu equilíbrio natural – o que é, aliás, a base de toda a medicina alternativa – a concentração na saúde e não na doença.

OS MEIOS
As consultas de Cromoterapia podem ter uma duração entre os 60 e os 90 minutos. A Cromoterapia é ainda muitas vezes utilizada em conjunto com outras terapias, nomeadamente a Aromaterapia, Hidroterapia, Reiki, Feng Shui, Radiestesia, Essências Florais e a Cristaloterapia, o que potencia os seus efeitos e resultados.
A administração dos tratamentos cromoterapêuticos pode ser efetuada de várias formas:

Observação da luz do espectro solar, emitida por lâmpadas coloridas durante um período de tempo pré-estabelecido. O corpo, ou partes do mesmo, podem ser expostos às mesmas fontes de luz, que podem ou não ser intercaladas com focos brancos.

Visualização mental de uma determinada cor (que pode ou não ser intercalada com outras) durante um período de tempo pré-estabelecido.
Contacto direto com a natureza.

Ingestão de água ou outro líquido, previamente solarizado com recurso à cor adequada ao tratamento em questão.

Ingestão de alimentos que correspondem à cor desejada para o tratamento.

Cromoterapia através da exposição a pedras preciosas, velas, têxteis, vestuário, banhos, óculos ou lentes coloridas.

AS CORES DO ARCO-ÍRIS

Apesar de existir uma enorme variedade de tonalidades de cores, nós reagimos a sete cores primárias, que são aquelas utilizadas na Cromoterapia. A intensidade ou tom dessa cor é escolhida com base no paciente e no seu caso específico. Em geral, as cores quentes (vermelhos, laranjas e amarelos) provocam sensações de excitação e de energia, enquanto as cores frias (azuis, verdes e roxos) produzem sensações de relaxamento e tranquilidade.

Vermelho: tem um efeito excitante, estimulante e vitalizante, atraindo a energia. Porém, e como é a mais poderosa de todas as cores, deve ser utilizada com precaução porque se for aplicada em excesso pode aumentar a tensão nervosa e os níveis de irritabilidade.
Indicações Terapêuticas: é utilizado no tratamento da depressão e da anemia, mas também para melhorar a circulação sanguínea e equilibrar a temperatura do corpo, sendo indicado em casos de paralisia. Estimula o sistema nervoso e fortalece o funcionamento do fígado.

Laranja: tem um efeito alegre e anti-depressivo, vitaliza e rejuvenesce.
Indicações Terapêuticas: é utilizado no tratamento da depressão e no combate ao desânimo, à falta de energia e de força de vontade. Fortalece as funções mentais, estimula o sistema nervoso e ajuda a elevar a pressão sanguínea. É utilizado no tratamento de problemas respiratórios, epilepsia e inflamações, mas também está associado às glândulas supra-renais, ou seja, ao tratamento da vesícula biliar ou de pedra no rim. Favorece a boa digestão e tem efeitos positivos no sistema metabólico.

Amarelo: contém energias positivas e inspiradoras, estimula a actividade mental, promovendo a criatividade, o raciocínio e o optimismo. No entanto, não deve ser utilizado isoladamente, uma vez que pode aumentar o nervosismo, a incerteza, assim como diminuir o sentido de protecção, segurança e estabilidade.
Indicações Terapêuticas: para além de ajudar a harmonizar o sistema nervoso, é utilizado no tratamento de problemas digestivos, do reumatismo e da artrite (contribui para a dissolução dos depósitos de cálcio nas articulações). O amarelo é apontada como uma cor que fortalece os olhos e os ouvidos, sendo excelente para a pele, nomeadamente para cicatrizar, limpar e melhorar a sua textura.

Verde: promove o equilíbrio entre as energias positivas e negativas, incitando à harmonia e serenidade. Tem um efeito refrescante e tranquilizador; provoca a sensação de conforto e de bem-estar geral, ou seja, é uma cor completa, que abrange corpo, mente e espírito. No entanto, deve ser utilizado com precaução para não provocar desequilíbrios que podem, por sua vez, aumentar os níveis de insatisfação e de impaciência.
Indicações Terapêuticas: com propriedades anti-sépticas muito eficazes, é utilizado no tratamento de infecções, desintoxicações, problemas cardíacos e circulatórios.

Azul: é considerada a cor mais curativa de todas, devido ao seu efeito altamente relaxante, apaziguador e sedativo; estimula sensações de paz e é muito potente na devolução da clareza mental.
Indicações Terapêuticas: para além de aliviar dores de cabeça e enxaquecas, reduz a sensação de angústia, tensão e medo, aliviando perturbações nervosas e situações de insónias. É um anti-séptico natural, eficaz contra as dores e o desconforto causado por cortes e queimaduras; é também um anti-inflamatório, utilizado no tratamento de problemas associados aos olhos e à garganta (laringite, amigdalite, papeira…), sendo ainda útil em casos de asma.

Anil: ligado às artes e à beleza, eleva a mente, incita aos estados de calma e de serenidade, estimulando ainda as energias criativas.
Indicações Terapêuticas: tem efeitos analgésicos e calmantes, especialmente em situações de elevada ansiedade ou excitação, é utilizada no tratamento de dor generalizada, inflamações e doenças pulmonares.

Violeta: provoca sensações de liberdade, mas também de equilíbrio e de estabilidade, incitando à meditação e à recuperação da auto-estima. Sendo uma cor bastante potente, existem algumas precauções a seguir, no sentido em que o uso excessivo do violeta pode provocar estados alterados de consciência.
Indicações Terapêuticas: eficaz para acalmar o sistema nervoso e no combate das neuroses, é um desintoxicante natural que devolve saúde às células e tecidos do organismo, assim como a energia física ao corpo. Também é utilizado no tratamento de problemas dermatológicos, nomeadamente doenças do couro cabeludo. Os seus poderes apaziguadores são ainda eficazes no tratamento de dores musculares e lombares.

O preto e o branco são extremos opostos. O branco absorve e reflete todas as cores, sendo que o organismo reage positivamente ao branco ao libertar energias negativas e sensações de peso resultantes de doenças diversas.
O preto, por sua vez, absorve todas as cores, mas não reflete nenhuma; por norma não é utilizada devido às suas conotações negativas e porque não incita à harmonia. No entanto, o preto pode ser utilizado em conjunto com outras cores, caso do tratamento de insônia: recorre-se à cor violeta que tem características espirituais e calmantes, mas também ao preto, que simboliza a noite e o descanso.

ÁGUA SOLARIZADA - AO ALCANCE DE TODOS

Uma maneira muito eficaz de obter os benefícios terapêuticos das cores é através da água solarizada.
É importante que primeiro você entenda como cada cor atua de forma terapêutica , e, assim, escolher a cor adequada para a sua necessidade atual .
Existem sete grandes chakras ao longo do eixo vertical do corpo de energia, correspondente à coluna vertebral no corpo físico. A energia sob a forma de luz é atraída pelo campo energético, que funciona como um prisma, partindo-a em sete correntes que correspondem às bandas de frequência de espectro de cor. Cada uma delas é atraída por ressonância a um chakra, cujas vibrações estão na mesma frequência.
Este método é muito simples e fácil de preparo. Trata-se de utilizar água mineral energizada com a cor desejada e usufruir de todos os benefícios que a mesma promove.
Para essa técnica utilizamos um copo, garrafa, ou recipiente de vidro transparente, e neste, colocamos água potável, envolvendo-o com papel colorido. Podendo também utilizar garrafas coloridas.
A luz solar, filtrada pelo vidro ou papel colorido, energiza a água, que adquire as propriedades da cor selecionada.
Deverá ser tomado dois copos de água carregada ao dia, sendo um pela manhã em jejum e o outro à noite antes de dormir. A duração desta técnica de tratamento estende-se até a melhora do sintoma.
Esta água é tomada ao longo do dia, em pequenos goles. Essa técnica também pode ser usada com óleo de amêndoas para massagens locais (apenas uso externo).
Outras substâncias podem ser solarizadas, assim como leite, óleo de amêndoas (para massagem) e até mesmo alimentos.
Se assim é, cada cor, com uma frequência diferente, vai produzir igualmente resultados diferentes sobre o corpo.
A água solarizada sempre dá bons resultados para tratamentos como a hipertensão, diabetes, gastrite, entre outros.

Tal como uma arco-íris, uma pessoa saudável deverá distribuir todas as energias, comprimentos de onda e cores de uma forma equilibrada.

ATENÇÃO!!!

A CROMOTERAPIA NÃO SUBSTITUI O TRATAMENTO MÉDICO!!!
Ela é COADJUVANTE!!!

Fonte: Cromoterapia.org e Blog Cromoterapia, a luz da vida
 





YULE - Solstício de Inverno


(21 de Dezembro) H. Norte / (21 de Junho) H. Sul

Esse é o Solstício de Inverno, a noite mais longa do Ano. A partir desse dia, o Sol se aproxima da Terra, e a escuridão do inverno ameaça ir embora. É quando a Deusa dá à luz seu novo filho, o Deus renovado e forte, ainda bebê. É importante notar que no hemisfério norte o Yule é comemorado na mesma época do Natal, e que tem significado muito parecido com o feriado cristão: o nascimento do Deus menino, filho de um Deus maior, aquele que trará a esperança à Terra.
O hábito de trazer pinheiros para dentro de casa é um hábito totalmente pagão: o Pinheiro, o azevinho, e tantas outras árvores tão utilizadas no Natal são árvores cujas as folhas perenes e sempre verdes, e por isso simbolizam a continuação da vida. Os sinos são símbolos femininos de fertilidade, e anunciam os espíritos que possam estar presentes. É desta data antiga que se originou o Natal Cristão.

Nesta época, a Deusa dá à Luz o deus, que é reverenciado como CRIANÇA PROMETIDA. Em Yule é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os DEUSES rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas. É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria.

Coloque flores e frutos da época no altar. Se quiser, pode fazer uma árvore enfeitada, pois está é a antiga tradição "pagã", onde a árvore era sagrada e os meses do ano tinham nomes de árvores. Esta é a noite mais longa do ano, onde a Deusa é reverenciada como a Mãe da Criança Prometida ou do Deus Sol, que nasceu para trazer Luz ao mundo. Da mesma forma, apesar de todas as dificuldades, devemos sempre confiar em nossa própria luz interior.

Incensos: Louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: Dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: Olho-de-gato e rubi.
Ervas típicas de Yule: Louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.

Fonte Old Religion
 



ALQUIMIA

"A transmutação de qualquer metal em ouro, o elixir da longa vida são na realidade coisas minúsculas diante da compreensão do que somos. 
A Alquimia é a busca do entendimento da natureza, a busca da sabedoria, dos grandes conhecimentos e o estudante de alquimia é um andarilho a percorrer as estradas da vida.
O verdadeiro alquimista é um iluminado, um sábio que compreende a simplicidade do nada absoluto. É capaz de realizar coisas que a ciência e tecnologias atuais jamais conseguirão, pois a Alquimia está pautada na energia espiritual e não somente no materialismo e a ciência a muito tempo perdeu este caminho.
A Alquimia é o conhecimento máximo, porém é muito difícil de ser aprendida ou descoberta. Podemos levar anos até começarmos a perceber que nada sabemos, vamos então começar imediatamente pois o prêmio para os que conseguirem é o mais alto de todos." (In: Alquimia Digital)

Pode-se dizer que a ALQUIMIA é a mãe da Química Moderna. Ela envolvia aplicação de métodos de produção e transformação de elementos, porém sem as técnicas científicas de comprovação. Foi muito utilizada na Antiguidade e Idade Média. Os árabes foram grandes pesquisadores da alquimia, introduzindo-a no continente europeu.
A alquimia misturava procedimentos primitivos de medicina e química com elementos de astronomia e magia. O grande objetivo da alquimia era a descoberta da pedra filosofal, capaz de transformar qualquer substância em ouro. Os alquimistas também buscavam encontrar a fórmula do elixir da longa vida, remédio que teria a capacidade de curar todas as doenças e garantir a saúde do ser humano por longo tempo ou torná-los imortais.
O filósofo grego Demócrito é um grande exemplo de alquimista da Antiguidade. Viveu no século IV AC, na Grécia Antiga, e fez grandes descobertas relacionadas à composição da matéria e dos átomos.
Embora cercada de misticismo, a alquimia foi muito importante para o desenvolvimento das ciências, principalmente da química, pois favoreceu a descoberta de diversas substâncias e elementos.
As primeiras informações sobre esta escola místico-ocultista de extraordinária importância aparecem nos primeiros séculos depois de Cristo, quando ela era intensamente praticada por gregos e árabes. Pouco a pouco, elementos de outras tradições (inclusive a cabala judaica e o misticismo cristão) foram a ela incorporados, enriquecendo muito o conhecimento original alquímico, que parece estar ligado às tradições herméticas egípcias. A alquimia é, essencialmente, um processo simbólico de transformação de metais inferiores em ouro - símbolo da iluminação e da salvação. Esse processo era chamado de Magnum Opus (Grande Obra), e envolvia várias etapas, todas elas com evidente sentido simbólico:

1ª) calcinação - a extinção de todo interesse pela vida e pelo mundo manifestado, a "morte do profano";
2ª) putrefação - uma conseqüência do primeiro estágio, consistindo na desunião dos resíduos destruídos;
3ª) solução - purificação da matéria;
4ª) destilação - filtragem da matéria purificada, isto é, "isolamento" dos elementos de salvação separados nas operações precedentes;
5ª) conjunção - o casamento dos contrários (identificação por Jung como a união psicológica do princípio masculino consciente);
6ª) sublimação - o sofrimento que deriva da renúncia ao mundo e da dedicação ao processo de busca espiritual;
7ª) coagulação filosófica - a união inseparável do princípio fixo (masculino, invariável) com o princípio volátil (feminino, variável). A alquimia propõe, portanto, um sentido esotérico, um processo de transmutação energético espiritual. A mutação dos metais inferiores (emblemas dos desejos e paixões terrenas) em ouro (os valores mais altos da espiritualidade, que conferem ao homem a sua plena realização interior).

Fontes: Mistérios Antigos.com, Alquimia Digital.net e Esoterismo.org



ARQUÉTIPOS FEMININOS - SETE DEUSAS GREGAS


Arquétipos são fontes derradeiras daqueles padrões emocionais de nossos pensamentos, sentimentos, instintos e comportamentos. No caso, arquétipo feminino é tudo o que pensamos com criatividade, inspiração, tudo o que acalentamos, amamentamos, gostamos, todas as fusões e impulsos de absorver, reproduzir, tudo o que nos impele á união e a proximidade humana, é lua, água, ciclo. É receber, acolher, enfeitar, proteger, é lutar pelo bem dos amados, é ser onça, leoa, materna. E, assim como não somos apenas o signo do Sol no nosso mapa, mas sim a conjunção de todos os signos e planetas, também não somos apenas um dos aspectos apresentados e sim todos os arquétipos, já que somos influenciados por eles no decorrer de um mesmo dia e na própria vida.

A abordagem mitológica ajuda na compreensão do ser humano e em seu posicionamento no mundo que o cerca. O mito serve como elemento de orientação. Assim como os pais ensinam os filhos como e a vida, relatando-lhes as experiências vividas, os mitos também fazem a mesma coisa, porém num sentido mais amplo, delineando padrões para a caminhada existencial, com o recurso da imagem e fantasia. Jung vê o mito “como uma verdade profunda de nossa mente”.
Temos, como representação dos padrões arquetípicos femininos, sete exemplos retirados da Mitologia Grega que, de acordo com Jean Shinoda Bolen, psiquiatra junguiana, são a projeção dos arquétipos do sexo feminino.
Sua divisão se dá em:
1. Invulneráveis – as três grandes deusas virgens: Ártemis, Atená e Héstia, as
quais nunca se deixaram dominar por seus pares masculinos
2. Vulneráveis - três deusas: Hera, Deméter-Coré ou Deméter-Perséfone, que
foram violentadas, raptadas ou humilhadas por seus consortes.
3. Afrodite fecha os arquétipos e representa uma deusa alquímica. Por estar sujeita
a transmutações, tanto é a inspiradora dos amores carnais (Afrodite Urânia) como
também o é do amor etéreo, superior (Afrodite Celeste).

Fonte: Roda de Mulheres.org

OS CHAKRAS

A palavra “chakra” vem do Sânscrito e significa “roda de luz”. Chakras são pontos de energia de diferentes vibrações, representando diferentes aspectos do corpo, da alma e do espírito. Simbolizam a lei da natureza, estando em constante movimento. Eles estão localizados ao longo da coluna vertebral do corpo humano.
Sua função é de receber e transmitir energia para as áreas afetadas do corpo físico, trazendo o equilíbrio. Trabalhando com os chakras, é possível unir todos os aspectos de nossas vidas, incluindo os aspectos físicos, materias, espirituais, sexuais e etc.
No corpo físico, encontra-se sete chakras principais, sendo três mestres e quatro maiores. Sabemos que existe trezentos chakras menores espalhados pelo corpo físico. Também há muitos chakras que se encontram fora do corpo. Quando todos os chakras estão abertos e balanceados, a energia nos permite comunicar com os espíritos do Universo.

Os chakras são divididos da seguinte maneira:

- Os três chakras localizados na cabeça e na região da garganta, são governados pela razão.
- Os chakras que estão localizados na frente do corpo, são governados pela emoção.
- Os chakras que estão localizados na parte de trás do corpo, são governados pelo desejo.

Cada chakra está associado com uma das sete cores do arco-íris.

1º Chakra – Básico ou Raiz (Muladhara)
É o primeiro chakra (conhecido como Chakra Base ou Raiz), está situado na base da espinha dorsal

2º Chakra – Umbilical ou Sexual (Svadhisthana) – Chakra Esplênico
O segundo chakra também chamado esplênico, sacro ou do baço, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo

3º Chakra – Plexo Solar (Manipura)
O terceiro chakra (conhecido como Chakra do Plexo Solar) localiza-se na região do umbigo ou do plexo solar, e está relacionado com as emoções

4º Chakra – Cardíaco (Anahata) – Chakra do Coração
O quarto chakra situa-se na direção do coração. Relaciona-se principalmente com o timo e o coração

5º Chakra – Laríngeo (Vishuda)
O quinto chakra fica na frente da garganta e está ligado à tireóide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz.

6º Chakra – Terceiro Olho (Ajna)
O sexto chakra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como “terceiro olho” na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil

7º Chakra – Coronário (Sahasrara)
O sétimo é o mais importante dos chakras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa

Fonte: Portal Angels e Mistico.com
 

O PENTAGRAMA




A estrela de 5 Pontas, O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a atual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.
Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.
O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional.
Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo).
A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.
Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo.
Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade.
Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.
Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos).
Na Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.
 
Fonte: Espiritualismo.com